Páginas

12 de nov. de 2010

Embalagem verde e premiada


A Mueller, de Santa Catarina, venceu o Prêmio EmbalagemMarca – Grandes Cases de Embalagem 2010 com a nova caixa de seu forno elétrico Sonetto. A embalagem, toda feita em papelão ondulado, dispensa os calços de isopor tradicionalmente usados na proteção de eletrodomésticos. O material (poliestireno expandido) pode até ser reciclado, mas não é biodegradável e por isso ocupa grande espaço nos lixões.
A experiência comprovou que soluções criativas para problemas ambientais também são potenciais geradoras de ganhos para as empresas. Utilizando um sistema inovador de montagem da caixa, que ganhou novos cortes e vincos, a Mueller conseguiu usar as próprias abas da embalagem como calços. Isso possibilitou a diminuição de 40% nos custos de produção e de 10% no volume de cada embalagem, o que deve refletir em ganho logístico, já que os caminhões poderão transportar mais produtos em um mesmo espaço.

Aplicativo Aves do Brasil

BNDES propõe que inovação valorize sustentabilidade ambiental

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, enfatizou nesta sexta-feira, 5 de novembro, a necessidade das inovações tecnológicas promovidas pela indústria brasileira valorizarem a sustentabilidade ambiental. Após participar de reunião com empresários da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), no escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em São Paulo, afirmou que esse será um grande diferencial competitivo do produto brasileiro em relação à maioria dos países concorrentes.
O presidente do BNDES afirmou que dobrar o investimento privado em inovação é um enorme desafio e deve ser encarado como grande prioridade do desenvolvimento do país.

BMW anuncia produção em série de carros esportivos com tecnologia plug-in híbrido

Já é realidade! O BMW Group anunciou em comunicado oficial, a produção de carros de passeio totalmente baseados no conceito de estudo BMW Vision EfficientDynamics.
Para quem está em São Paulo, pode conferir de perto o BMW Vision, exibido pela primeira vez na América Latina no Salão do Automóvel 2010.

Planeta Terra Festival 2010 traz ações de sustentabilidade

O Terra realiza este ano a quarta edição do Planeta Terra Festival, que acontece no dia 20 de novembro, no PlayCenter, em São Paulo, com muita música e diversão, mas também com uma preocupação com o meio ambiente. O público presente, estimado em 20 mil pessoas, será alvo de campanhas de conscientização e ações de sustentabilidade promovidas pelo Terra, em parceria com a ONG Recicleiros (http://www.recicleiros.com.br/), e com a HP, que é a patrocinadora de todas as iniciativas de sustentabilidade do Festival.
Durante as mais de 10 horas de festival, cerca de 30 pessoas da cooperativa “Cooper Viva Bem”, parceira da ONG Recicleiros, irão trabalhar incessantemente na coleta, reciclagem, e gestão de resíduos orgânicos e não orgânicos. A previsão é reciclar 100% dos resíduos.
Para isso, 200 lixeiras de recicláveis e não recicláveis serão espalhadas pelo festival. As bitucas de cigarro também já têm destino: a organização irá distribuir sete mil “bota bitucas”.

10 de nov. de 2010

Prêmio Eco

O Prêmio Eco 2010, em sua 28ª edição, reuniu 82 trabalhos inscritos, desenvolvidos por 67 empresas de todas as regiões do Brasil. Os projetos foram avaliados por um corpo de especialistas e todo o processo de julgamento foi auditado pela BDO Auditores Independentes.
Como nas edições anteriores, houve adesão de empresas de pequeno, médio e grande porte, o que demonstra preocupação com o tema sustentabilidade, hoje na pauta da maioria dos gestores das companhias.

Países alcançam acordo da biodiversidade

Representantes de quase 200 países chegaram a um acordo, no dia 29/10, em Nagoya (Japão), e assinaram um tratado sobre a biodiversidade.
As nações concordaram em reconhecer o direito dos países sobre a sua biodiversidade. Isso significa que países que desejarem explorar a diversidade natural (como plantas, animais ou microorganismos) em territórios que não sejam seus terão de pedir autorização para as nações donas dos recursos.
Se o estudo da fauna e da flora alheia resultar em novos produtos, como fármacos ou cosméticos, os lucros terão de ser repartidos entre quem os desenvolveu e o país de origem do recurso, conforme contrato prévio.
Se houver comunidades que utilizem os recursos genéticos tradicionalmente, como tribos indígenas, elas também terão direito de receber royalties pela exploração comercial da biodiversidade.
As negociações para estabelecer esses pontos sobre o acesso aos recursos genéticos levaram quase 20 anos. Desde a Eco-92, no Rio de Janeiro, temas ligados à biopirataria são discutidos, e os países ricos relutavam em assinar um pacto que garantisse a soberania dos países sobre a sua biodiversidade.
Por isso, o acordo realizado agora, na COP-10 (10ª Conferência das Partes da Convenção da ONU sobre Diversidade Biológica), em Nagoya, foi visto como uma grande vitória brasileira, país dono da maior biodiversidade do mundo e protagonista nas negociações no Japão.